
“Michael Jackson celebra esta Sexta-feira (29 de Agosto) o seu 50º aniversário. O Rei da Pop, autor de "Thriller" (1982), o disco mais vendido de sempre, chega ao meio século de vida e aos 45 anos de carreira longe do sucesso que alcançou no passado.
O norte-americano, natural da cidade de Gary, no Estado de Indiana, desde cedo revelou uma especial apetência para o canto e dança. Começou a sua carreira nos anos 60, aos cinco anos de idade, na banda Jackson 5, na qual alinhavam quatro dos seus irmãos mais velhos: Jackie, Tito, Jermaine e Marlon. O êxito do grupo foi imediato e meteórico.
Em 1979 Jackson estreava-se a solo, com o disco "Off The Wall", uma mistura original de disco, funk e pop que havia de render-lhe o primeiro êxito, 'Don't Stop Till You Get Enough', bem como um prémio Grammy. Em 1983 lançava "Thriller", até hoje o mais vendido de sempre na história da indústria fonográfica. Acompanhadas por vídeos inovadores, 'Beat It', 'Thriller' e 'Billie Jean' foram algumas das músicas que ditaram o êxito do longa-duração, com o artista a lançar moda entre os adolescentes de todo o mundo com as suas roupas e coreografias, especialmente o "moonwalk".
Em 1987 Michael volta à carga com o terceiro disco, "Bad", que representou novo êxito de vendas. Quatro anos mais tarde edita "Dangerous", novo sucesso crítica e vendas, que deu o mote para a digressão "Dangerous World Tour". É nesta altura que o seu look se altera radicalmente, com o americano a tornar-se, cada vez mais, "branco", alegadamente, graças a operações plásticas e maquilhagem. Em 1993 a sua carreira sofre o primeiro revés, quando foi acusado de ter abusado sexualmente de um jovem. Michael acabou por ser considerado inocente, no entanto a sua integridade ficou abalada e viu-se forçado a cancelar parte da digressão.
Em 1994 o cantor e compositor casa com Lisa-Marie Presley e um ano depois edita 1995 a compilação "HIStory" que além dos êxitos reuniu inéditos como 'They Don't Care About Us'. Após 18 meses de matromónio separa-se de Lisa e casa com a enfermeira Deborah Rowe, com quem acaba por ter dois filhos.
Seguiram-se mais dois álbuns de estúdio, "Blood On The Dance Floor" (1997) e "Invencible" (2001), que não alcançaram o mesmo êxito de discos anteriores.
Em 2002 foi eleito o artista do século nos American Music Awards. Um ano mais tarde lançou a colectânea "No. 1s", seguida por "The Ultimate Collection" (2004) e "The Essential Michael Jackson" (2005). Já este ano reeditou o clássico "Thriller", com a participação estrelas pop da actualidade como Will.I.am, Kanye West, Akon e Fergie, e, esta semana, lançou a compilação "King of Pop", cujo alinhamento foi escolhido pelos fãs. Na calha estará um novo disco de originais.”
In Cotonete

Michael Jackson faz hoje 50 anos.
Pode ser o que lhe quiserem chamar, mas para mim terá sempre o valor da juventude e das recordações das festas de garagem em que o disco de vinil passava do principio ao fim e todas as músicas, sem excepção eram dançáveis… dificilmente haverá novo álbum assim. Por isso o autor merece o seu lugar na história, ainda que tenha feito tudo para praticamente apagar as suas origens. Por mim, vou recordá-lo sempre tal como estava na capa do Thriller...

"Duas pessoas são duas pessoas.
Nunca nos pomos a pensar nisto assim, mas é inultrapassável.
Queremos sempre acreditar que um casal, por exemplo, são duas pessoas que se escolheram um ao outro para partilharem.
Para viverem como cúmplices.
E isso até pode acontecer muito tempo, numa data de coisas.
Mas há sempre uma cave dentro de nós.
Nunca, mas nunca mesmo, saberemos tudo acerca do outro.
Só não percebo porque me faz isso sofrer se parece que estou a concluir que é natural, que as coisas são mesmo assim."
Rodrigo Guedes de Carvalho, Canário
Beautiful dawn - lights up the shore for me.
There is nothing else in the world,
I'd rather wake up and see (with you).
Beautiful dawn - I'm just chasing time again.
Thought I would die a lonely man, in endless night.
But now I'm high; running wild among all the stars above.
Sometimes it's hard to believe you remember me.
Beautiful dawn - melt with the stars again.
Do you remember the day when my journey began?
Will you remember the end (of time)?
Beautiful dawn - You're just blowing my mind again.
Thought I was born to endless night, until you shine.
High; running wild among all the stars above.
Sometimes it's hard to believe you remember me.
Will you be my shoulder when I'm grey and older?
Promise me tomorrow starts with you,
Getting high; running wild among all the stars above.
Sometimes it's hard to believe you remember me.
James Blunt

Ainda gostava de perceber porque raio não consigo fazer bolo de bolacha…
Por mais que tente, ou sai papa de bolacha ou o creme é liquido demais, ou as bolachas ficam mal arrumadas, enfim… uma trapalhada!
Não é por nada, podia acertar apenas uma vez… afinal é só o bolo preferido do meu filho… e ele hoje merecia a surpresa!

É uma notícia extraordinária que não surpreende quem ama animais.
"Uma cadela salvou uma recém-nascida que tinha sido abandonada pela mãe num descampado.
A jovem argentina de 14 anos deixou a filha depois de ter dado à luz, mas a cadela encontrou a bebé e levou-a, juntamente com os seus cachorros, explica a Lusa.
A bebé foi descoberta esta terça-feira pelo dono da «China», a cadela que a acolheu.
A recém-nascida estava nua, com o resto dos cachorros, numa habitação de Abasto, a 50quilómetros de Buenos Aires, segundo fontes policiais.
O proprietário do animal avisou imediatamente a polícia, que levou a bebé para um hospital próximo, onde foram curadas algumas feridas, tendo sido comprovado que tinha nascido umas horas antes.
A menina pesa quatro quilos e está bem de saúde, de acordo com os médicos.
A recém-nascida vai ser transferida para o mesmo hospital onde se encontra a mãe, na cidade de La Plata, para uma observação mais cuidada."
in Portugaldiario.pt

Nélson Évora é campeão olímpico do Triplo Salto.
O atleta conquistou para Portugal a primeira Medalha de Ouro nos Jogos Olímpicos de Pequim. É o segundo pódio para o nosso país depois da Prata de Vanessa Fernandes no Triatlo. Nélson Évora conseguiu o primeiro lugar com um salto de 17,67 metros.
O português ficou à frente do britânico Phillips Idowu (17,62 metros) e de Leevan Sands (17,59 metros), das Bahamas.
Depois de ter sido campeão do mundo nos Mundiais de Osaka, no Japão, em 2007, com uma marca de 17,74 metros, Nélson Évora não defrauda as expectativas e torna-se campeão olímpico.
Em Pequim, Nélson Évora fez 17,31 metros no primeiro salto e 17,56 à segunda tentativa.
O terceiro salto foi nulo e no quarto atingiu os 17,67 metros.
Ao quinto "voo" alcançou os 17,24 metros e no último salto, quando já tinha a certeza do Ouro olímpico, fez 16,52 metros.
A cerimónia de entrega das medalhas do Triplo Salto é amanhã, sexta-feira.
in http://relvado.aeiou.pt
Foto: Lusa
O jamaicano Usain Bolt, recordista do mundo dos 100 metros (9.69) em Pequim, bateu o recorde mundial na final dos 200 metros, com o tempo de 19.30, retirando dois centésimos ao anterior máximo, obtido pelo norte-americano Michael Johnson em Atlanta-1996.
Usain Bolt torna-se assim no nono atleta a conquistar as medelhas de ouro nos 100 e 200 metros em Jogos Olímpicos, depois de Archie Hahn (EUA/1904), Ralph Craig (EUA/1912), Percy Williams (CAN/1928), Eddie Tolan (EUA/1932), Jesse Owens (EUA/1936), Bobby Morrow (EUA/1956), Valery Borzov (URS/1972) e Carl Lewis (EUA/1984).
in abola.pt
A reportagem da RTP sobre o jamaicano Usain Bolt tinha esta fantástica música de fundo que, por incrível que pareça, foi a primeira vez que ouvi...

I'm broke but I'm happy
I'm poor but I'm kind
I'm short but I'm healthy, yeah
I'm high but I'm grounded
I'm sane but I'm overwhelmed
I'm lost but I'm hopeful baby
An' what it all comes down to
Is that everything's gonna be fine fine fine
'Cause I've got one hand in my pocket
And the other one is giving a high five
I feel drunk but I'm sober
I'm young and I'm underpaid
I'm tired but I'm working, yeah
I care but I'm restless
I'm here but I'm really gone
I'm wrong and I'm sorry baby
An' What it all comes down to
Is that everything's gonna be quite alright
'Cause I've got one hand in my pocket
And the other is flicking a cigarette
And what is all comes down to
Is that I haven't got it all figured out just yet
'Cause I've got one hand in my pocket
And the other one is giving the peace sign
I'm free but I'm focused
I'm green but I'm wise
I'm hard but I'm friendly baby
I'm sad but I'm laughing
I'm brave but I'm chicken shit
I'm sick but I'm pretty baby
And what it all boils down to
Is that no one's really got it figured out just yet
I've got one hand in my pocket
And the other one is playing the piano
What it all comes down to my friends
Is that everything's just fine fine fine
'Cause I've got one hand in my pocket
And the other one is hailing a taxi cab...
Alanis Morissette

Se eu pudesse trincar a terra toda
E sentir-lhe um paladar,
Seria mais feliz um momento ...
Mas eu nem sempre quero ser feliz.
É preciso ser de vez em quando infeliz
Para se poder ser natural...
Nem tudo é dias de sol,
E a chuva, quando falta muito, pede-se.
Por isso tomo a infelicidade com a felicidade
Naturalmente, como quem não estranha
Que haja montanhas e planícies
E que haja rochedos e erva ...
O que é preciso é ser-se natural e calmo
Na felicidade ou na infelicidade,
Sentir como quem olha,
Pensar como quem anda,
E quando se vai morrer, lembrar-se de que o dia morre,
E que o poente é belo e é bela a noite que fica...
Assim é e assim seja ...
Alberto Caeiro
Mas não num cinema qualquer, não… Fui vê-lo ao estádio do Inatel, com direito a efeitos especiais e tudo. Era assim: quando chovia no filme, chovia em cima das nossas cabeças, quando havia fogo no filme, havia fogo perto do ecrã, quando chovia pólen no filme, caíram milhares de papelinhos amarelos… Foi muito divertido, mais para nós do que propriamente para as crianças.
O curioso é que fui praticamente arrastada por amigos, se tivesse de ser eu a programar esta ida ao cinema… claro que não o faria…
Devo estar a ficar velha…
Já não ia ao cinema para aí há 3 anos.
Comi pipocas e tudo e desta vez, sem perturbar ninguém…
"Randolf Frederick Pausch, que morreu de cancro do pâncreas na sua casa em Chesapeake, Virginia, EUA, rodeado pela mulher e pelos três filhos, na sexta-feira 25 de Julho, depois de ter sobrevivido cinco meses ao prazo que os médicos lhe tinham dado em Agosto passado, com excelente forma física quase até ao fim, fez da sua morte anunciada - cuja iminência, em lugar de procurar esconder, fora noticiada com método e exactidão em blogue que se tornou imensamente popular no You Tube pelo mundo fora, com milhões de consultas (Pausch era um professor conceituado e criativo de ciência dos computadores que recebera vários prémios universitários), e num livro publicado já este ano que, meses a fio, esteve no topo da lista de "best-sellers" compilada todas as semanas pelo 'New York Times' - transformou o seu ano de agonia num tributo permanente ao esplendor da vida, sem réstia de pieguice e sem angústia ou eloquência metafísica; sem que a chegada próxima do fim o levasse a reavaliar os princípios e as crenças que tinham norteado a sua vida: quase às portas da morte, dizia que o seu único sinal de conversão fora ter comprado um computador Macintosh.
A nossa civilização inclui dois monumentos funerários na lista do que decidiu serem as Sete Maravilhas do Mundo (as pirâmides de Gizé, perto do Cairo, e o túmulo de Mausolo, em Halicarnasso); o imperador Carlos V mandou proceder ao ensaio geral das suas exéquias para se dar a ilusão de poder assistir a elas; raros são os espíritos a seguir o filósofo escocês David Hume que disse que o interessava tão pouco o que viesse a seguir à morte quanto o que porventura tivesse precedido a vida; pelo contrário, cemitérios e templos marcam a paisagem urbana dos cinco continentes; na Cristandade e principalmente agora no Islão, travam-se lutas sem tréguas e muitas vezes sem quartel entre fanáticas certezas díspares sobre o Outro Mundo. Randy Pausch viu a morte e a vida de outra maneira.
Em 2007, a sua universidade, Carnegie Mellon, convidara-o para dar 'A última aula', seguindo tradição americana em que se pede a um professor que imagine ter chegado ao fim da carreira e imaginar as lições a tirar dela. Quando o dia da aula chegou, a 18 de Setembro, Randy Pausch já sabia há um mês que o seu carcinoma do pâncreas se espalhara por outros órgãos para além de cura possível e que os médicos lhe davam, no máximo, seis meses de vida. No seu blogue falara da doença, e como o blogue era visitado por gente interessada nesse professor extraordinário e na exploração de universos virtuais a que se dedicava a notícia espalhou-se e o anfiteatro onde deu a aula estava cheio. Pausch começou por mostrar imagens de TAC de dez tumores no seu fígado, explicando que estas ilustravam sem ambiguidade o estado incurável a que chegara. Depois, deitou-se de bruços no chão e fez flexões, batendo palmas no ar em cada uma para mostrar que estava em grande forma física. Anunciou que os anos da mulher tinham sido na véspera, um grande bolo de velas chegou dos bastidores sobre uma mesa de rodas, ela apagou as velas (e segredou-lhe ao ouvido "não morras!"). Falou durante 76 minutos sobre o tema geral de realizar os sonhos da infância (alguns deles, aspirações de bom aluno que contadas por outros teriam sido ridículas); a aula foi recheada de exortações práticas, bom senso moral, conselhos de experiência feitos ("experiência é o que a gente aprende quando não consegue o que queria") e uma alegria contagiante ("eu estou a morrer e divirto-me todos os dias") que, levada pelo tam-tam da web a toda a parte, animou doentes, deu força a fracos, preveniu suicídios e restaurou esperança.
Um jornalista que assistira à aula propôs-lhe ajudá-lo a escrever um livro. Pausch queria dedicar todo o tempo que lhe restava aos filhos de 1, 3 e 6 anos, mas como devia fazer uma hora de bicicleta por dia, em 53 dessas horas ditou 'A Última Aula' por telefone portátil. Num blogue publicou ainda 'Lição sobre a maneira de dizer adeus'."
José Cutileiro, Expresso


